ALMS / CULTURA
Projeto propõe inclusão da Bienal do Pantanal no Calendário Oficial de Eventos de Mato Grosso do Sul
Proposta reconhece o evento como instrumento de valorização da leitura, da arte e da identidade regional com impacto social e educacional
22/10/2025
07:45
REDAÇÃO
Proposta reconhece a Bienal do Pantanal como evento cultural estratégico para o fomento à leitura, arte e turismo cultural em Mato Grosso do Sul @Luciana Nassar
Tramita na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS) o Projeto de Lei 264/2025, de autoria da deputada Gleice Jane (PT), que institui a Bienal do Pantanal como evento oficial do Estado, com inclusão no Calendário Oficial de Eventos. A proposta prevê a realização da bienal em anos ímpares, no mês de outubro, com data a ser definida pelo Poder Executivo.
A iniciativa reconhece a Bienal do Pantanal como um dos mais importantes eventos literários e artísticos da região, com repercussão nacional e internacional. A programação abrange literatura, arte, tecnologia e identidade regional, reunindo diversas linguagens culturais em um único espaço. Entre as atividades estão mesas literárias, painéis temáticos, debates sobre políticas públicas de leitura, oficinas de escrita criativa e narrativa digital, apresentações musicais, espetáculos teatrais e intervenções urbanas.
Voltada para públicos diversos, a Bienal também contempla ações específicas para o público infantil, como contação de histórias, oficinas de quadrinhos e atividades lúdicas, incentivando o gosto pela leitura desde a infância.
De acordo com a deputada Gleice Jane, a proposta fortalece as políticas culturais no Estado e amplia o acesso à cultura como ferramenta de desenvolvimento humano e social. “Mais do que um evento literário, a Bienal constitui um instrumento de política pública de cultura, orientado pela promoção da cidadania cultural e pela formação de sujeitos críticos, criativos e socialmente engajados”, afirmou.
A parlamentar também destaca o impacto econômico e simbólico do evento. “A Bienal fomenta a cadeia produtiva do livro, estimula o turismo cultural e consolida um ecossistema criativo e sustentável em Mato Grosso do Sul. Sua institucionalização como política de Estado assegura estabilidade orçamentária e continuidade das ações”, justificou.
A proposta reforça a importância de consolidar a Bienal como ação permanente de incentivo à leitura, à produção cultural e à valorização da diversidade artística sul-mato-grossense.
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