Campo Grande (MS), Segunda-feira, 15 de Agosto de 2022

POLICIAL

Cunhado de funcionária que matou pecuarista em condomínio de luxo é preso em Dourados

Ele teria esganado e assassinado a vítima asfixiada

01/08/2022

14:45

MIDIAMAX

Renata Portela e Renan Nucci

Equipe policial no condomínio na última quinta ©Marcos Ermínio

Foi preso nesta segunda-feira (1º) o rapaz de 23 anos acusado do assassinato da pecuarista Andreia Aquino Flores, de 38 anos, na última quinta-feira (28), em um condomínio de luxo na região da Chácara Cachoeira. Ele é cunhado da funcionária de Andreia, que já está presa preventivamente com a filha.

Conforme as primeiras informações apuradas, o rapaz foi detido pela equipe do SIG (Setor de Investigações Gerais) de Dourados, cidade distante 225 quilômetros de Campo Grande. Ele teria fugido após o assassinato de Andreia e era procurado pela polícia. As funcionárias foram presas no dia do crime.

O que se sabe sobre o assassinato da pecuarista

Durante as investigações do assassinato pela Derf (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos e Furtos), foi descoberto que o homem envolvido no crime havia sido procurado um dia antes pela cunhada, uma funcionária de Andreia. O encontro ocorreu por volta das 19 horas, na casa dele.

Segundo as investigações e depoimentos, a conversa entre o homem e a funcionária de Andreia teria durado cerca de 30 minutos, no portão da residência. Logo após a conversa, o acusado ao entrar em casa teria relatado a esposa que iria fazer uma ‘fita’. Ela ainda teria falado, “amanhã vou arrumar bastante dinheiro”.

A irmã da acusada presa contou que tentou desencorajar o companheiro de fazer o roubo, mas ele não recuou. Ela ainda afirmou aos policiais que a acusada pelo assassinato ainda teria falado que daria ao cunhado R$ 10 mil e que era para ela ficar com a metade. Nesse momento a mulher disse que não participaria de nada.

No dia do crime, o homem saiu por volta das 9 horas dizendo, “vou ir lá”. Depois de 3 horas, por volta do meio-dia, a mulher recebeu um telefonema do companheiro dizendo que, “a casa caiu. Eu acho que a Andreia morreu”.

O homem chegou até a casa da companheira carregando uma mala, que ela disse não saber o que havia dentro. Em seguida, o acusado no crime falou que formataria o celular e compraria outro chip. Já por volta das 15 horas do mesmo dia, a mulher recebeu mensagens do envolvido no crime dizendo que estava com medo. A mensagem enviada teria vindo de um celular com DDD de Mato Grosso.


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