Acordo � o primeiro passo para constru��o de uma pol�tica p�blica que garanta ganho real a diversas categorias de servi�os p�blicos de sa�de no Estado
Ciente da import�ncia estrat�gica do trabalho dos Agentes Comunit�rios de Sa�de e Endemias, o candidato a governador Reinaldo Azambuja (PSDB) assumiu o compromisso de incorporar ao rendimento dos profissionais o incentivo de R$ 128,00 pagos pelo governo estadual, por meio das prefeituras.
Durante encontro com a categoria, na noite dessa segunda-feira (20), em Campo Grande, o tucano assinou uma carta de compromisso que prev� ainda, entre outras medidas, envidar esfor�os para que o valor do repasse de R$ 128,00 seja dobrado at� o fim do governo, caso seja eleito. A medida beneficia mais de 12 mil agentes comunit�rios de sa�de e endemias nos 79 munic�pios de Mato Grosso do Sul.
Em junho, uma lei federal fixou em R$ 1.014 o piso salarial nacional da categoria. A proposta � que o valor adicional pago pelo Estado seja incorporado ao piso, fazendo com que o rendimento dos agentes seja de no m�nimo R$ 1.242. Antes da lei, a remunera��o era de cerca de R$ 700 e o restante era gasto pelos munic�pios com outras demandas.
Reinaldo Azambuja lembrou que a aprova��o do piso nacional �foi uma luta dif�cil em Bras�lia�. Ele acredita que o aumento do repasse d� mais seguran�a aos profissionais e vai melhorar o atendimento � popula��o. Os agentes s�o respons�veis pela promo��o da sa�de, preven��o de doen�as e controle de vetores, como o combate ao mosquito da dengue.
�N�o se melhora a sa�de sem valorizar os profissionais da �rea. Os agentes fazem um trabalho importante de aten��o b�sica. Entram de casa em casa e cuidam das fam�lias. Quero voc�s juntos com a gente para trabalhar uma pol�tica de sa�de decente em nosso Estado�, disse o tucano.
Para o deputado federal Luiz Henrique Mandetta, que coordenou em Bras�lia os trabalhos para o estabelecimento do piso nacional, Reinaldo Azambuja est� decidido a revolucionar o servi�o de sa�de em Mato Grosso do Sul. �Acredito que este acordo servir� como refer�ncia para a constru��o de uma pol�tica remunerat�ria para as demais categorias que atuam na sa�de�, disse.
Fonte: Assecom
Foto: Alexandre C. Mota
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