POLICIAL
Homem é preso por fabricar 'perfumes fakes' com fracos retirados do lixão e produtos de limpeza em MS
Prisão foi feita em Três Lagoas (MS). No chão de casa, suspeito misturava o álcool, as essências e os produtos de limpeza e depois enchia os frascos vindos do aterro sanitário. Na sequência vendia os “perfumes” pelo centro da cidade.
16/08/2024
12:25
G1
os agentes encontraram frascos de álcool etÃlico, essências quÃmicas, e quase 500 frascos vazios de perfumes, espalhados pelo chão — Foto: PolÃcia Civil/Reprodução
Um homem foi preso em flagrante nesta quinta-feira (15), por fabricar e vender perfumes falsificados, em Três Lagoas, no leste de Mato Grosso do Sul. Segundo a Polícia Civil, o suspeito utilizava frascos e embalagens recolhidos do aterro sanitário, álcool etílico como base das fragrâncias e diversos produtos de limpeza para dar cheiro e cor aos produtos.
O suspeito foi preso depois que a Polícia Civil recebeu uma denúncia anônima contra ele pela venda de perfumes fakes no centro da cidade. Equipes da Seção de Investigação Geral (SIG) e do Núcleo Regional de Inteligência (NRI) conseguiram localizar o homem e prendê-lo, quando carregava embalagens das fragrâncias falsificadas.
Ele levou os policiais até a casa onde morava. No local, foram encontrados espalhados pelo piso de um quarto, cerca de 500 frascos vazios de perfumes, produtos de limpeza, essências e álcool etílico.
os agentes encontraram frascos de álcool etílico, essências químicas, e quase 500 frascos vazios de perfumes, espalhados pelo chão — Foto: Polícia Civil/Reprodução
O suspeito também revelou com funcionava o processo de “fabricação” dos perfumes falsificados. Primeiro ele comprava de terceiros, por R$ 1, cada embalagem de perfume encontrada no aterro do município.
No chão da casa, misturava o álcool, as essências e os produtos de limpeza e depois enchia os frascos vindos do aterro sanitário. Na sequência vendia os “perfumes” pelo centro da cidade.
Preso em flagrante, o suspeito vai responder por falsificação e comercialização de substâncias cosméticas, com pena prevista de dez a quinze anos de prisão.
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