REPRESENTATIVIDADE
Marcelo Bertoni representa o agro de MS em evento nacional da CNA sobre geopolítica e agricultura
Presidente da Famasul participa, ao lado de especialistas e autoridades, de debates sobre os impactos das mudanças globais no agro
06/05/2025
15:50
ASSECOM
@Divulgação
O presidente da Famasul, Marcelo Bertoni, e o superintendente do Senar/MS, Lucas Galvan, participam, em São Paulo, do evento “Cenário Geopolítico e a Agricultura Tropical”, promovido pelo Sistema CNA/Senar em parceria com o Estadão e a Broadcast. O encontro reúne, nesta terça-feira (6), especialistas de renome nacional e internacional para discutir os impactos das mudanças geopolíticas no setor agropecuário.
Entre os destaques da programação está o painel sobre a “Nova Ordem Mundial”, que trouxe reflexões sobre a fragmentação do poder global, o avanço de zonas de influência dos Estados Unidos e da China, e as oportunidades que surgem para países produtores de alimentos, como o Brasil. Participaram da discussão nomes como o ex-presidente do Banco dos Brics, Marcos Troyjo, o pesquisador Oliver Stuenkel e o ex-secretário de Comércio Exterior, Welber Barral, com mediação do jornalista William Waack.
Representando o agro de Mato Grosso do Sul, A Famasul e o Senar/MS acompanham de perto as análises e projeções que impactam diretamente o comércio internacional e a posição estratégica do Brasil na segurança alimentar global.
“Vivemos em um mundo cada vez mais conectado, onde decisões tomadas em grandes potências afetam diretamente os mercados e as oportunidades para nossos produtores. Nosso papel neste evento é garantir que essas informações cheguem até a base, com clareza e agilidade, preparando o produtor para esse novo cenário”, complementa Bertoni.
O presidente da CNA, João Martins, destaca a importância da participação dos presidentes de Federações no evento para que levem às suas bases, aos seus Estados e para os produtores o conhecimento gerado por meio dos painéis de debate.
“Estava na hora de fazer um evento como este. Temos que entender a realidade do que está acontecendo no mundo e o seminário foi pensado com este objetivo. E não falo só da soja ou da carne que exportamos. Falo também da alface, do tomate e de tudo que vendemos nas feiras. Mesmo quando o produto não é exportado, o produtor está ligado ao mundo”, disse.
O agro está cada vez mais globalizado e dependente do comércio global que, de acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI), deve crescer 1,7% e não mais 2,5% em função das novas tarifas norte-americanas.
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