ALERTA SANITÁRIO
Anvisa proíbe canetas emagrecedoras do Paraguai e determina apreensão de medicamentos irregulares
Tirzepatida das marcas Synedica e TG, além da retatrutida de todas as marcas, não possuem registro e representam risco à saúde
21/01/2026
08:45
REDAÇÃO
MARIA GORETI
Anvisa determinou a apreensão e proibiu a venda de canetas emagrecedoras irregulares vendidas sem registro no Brasil. @Divulgação
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão e proibiu a fabricação, importação, comercialização, distribuição, propaganda e uso da tirzepatida das marcas Synedica e TG, conhecidas popularmente como “canetas emagrecedoras do Paraguai”. Os produtos vinham sendo anunciados e vendidos no Brasil sem registro ou autorização do órgão regulador.
De acordo com a Anvisa, as marcas utilizavam inclusive perfis em redes sociais para divulgar os medicamentos, prática considerada irregular, já que nenhuma delas possui liberação para comercialização no país. A decisão foi publicada nesta terça-feira no Diário Oficial da União e estabelece a proibição total de qualquer atividade relacionada aos produtos, valendo para pessoas físicas ou jurídicas que fabriquem, comercializem ou façam propaganda dessas substâncias.
Além da tirzepatida, a Anvisa também proibiu a retatrutida de todas as marcas. O medicamento, que promete eficácia ainda maior na perda de peso, encontra-se em fase de testes clínicos e não possui autorização para uso ou distribuição no mercado. Segundo a agência, produtos comercializados com a alegação de conter essa substância não oferecem garantias mínimas de segurança, eficácia ou qualidade.
A Anvisa reforça que o uso de medicamentos sem registro representa risco grave à saúde, podendo causar efeitos adversos desconhecidos, intoxicações e outras complicações. O órgão orienta a população a não adquirir medicamentos por canais informais ou redes sociais e a sempre verificar se o produto possui autorização oficial antes do consumo.
Casos de venda irregular podem ser denunciados aos órgãos de vigilância sanitária locais ou diretamente à Anvisa, contribuindo para o combate à circulação de produtos clandestinos no país.
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