CAPITAL / SAÚDE
Saúde mental será tema de Audiência Pública na Câmara de Campo Grande no dia 23
Debate vai reunir profissionais, usuários e entidades para discutir os rumos da Rede de Atenção Psicossocial
18/06/2025
09:00
REDAÇÃO
A Câmara Municipal de Campo Grande promove, na próxima segunda-feira, 23 de junho, às 9h, uma Audiência Pública com o tema “Entre o Cuidado e o Controle: Qual Saúde Mental Queremos?”. A iniciativa, que ocorre no Plenário Oliva Enciso, é aberta ao público e também poderá ser acompanhada ao vivo pela TV Câmara (canal 7.3) e no YouTube da Casa de Leis.
A proposta é da vereadora Luiza Ribeiro, presidente da Comissão Permanente de Políticas e Direitos das Mulheres, de Cidadania e de Direitos Humanos. Integram a comissão os vereadores Ana Portela, Jean Ferreira, Dr. Jamal e Leinha.
O objetivo do encontro é ouvir profissionais da saúde, gestores, usuários do sistema público, familiares e entidades de defesa dos direitos humanos para a construção coletiva de propostas voltadas ao fortalecimento da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). Ao final do debate, será elaborado um relatório com os principais pontos abordados, que será encaminhado às autoridades competentes.
Entre os temas que devem pautar a audiência estão a medicalização excessiva, o retorno de práticas manicomiais e a falta de investimentos na rede pública de saúde mental.
“Precisamos debater que tipo de saúde mental estamos construindo: se queremos uma rede baseada no cuidado, no respeito à dignidade e nos direitos humanos, ou se vamos continuar reproduzindo práticas de exclusão e controle”, pontuou a vereadora Luiza Ribeiro.
A audiência marca mais uma ação da Câmara Municipal em prol da valorização da saúde mental como direito fundamental e da luta contra retrocessos nas políticas públicas da área.
Plenário Oliva Enciso, Câmara Municipal de Campo Grande
Audiência Pública discute os rumos da saúde mental na capital
Com o tema “Entre o Cuidado e o Controle: Qual Saúde Mental Queremos?”, o evento reuniu profissionais, usuários e representantes da sociedade civil para debater os desafios e propor melhorias para a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS).
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