Campo Grande (MS), Quinta-feira, 16 de Julho de 2026

ECONOMIA

Reinaldo Azambuja defende cinco medidas para estimular crescimento econômico e equilíbrio fiscal

Pré-candidato ao Senado apresentou propostas voltadas à política econômica, fortalecimento do agronegócio, reformas estruturais e descentralização de recursos para estados e municípios

16/07/2026

07:15

REDAÇÃO

Reinaldo Azambuja defendeu mudanças na política econômica e na organização do Estado durante entrevista em Campo Grande. @Divulgação

O pré-candidato ao Senado Reinaldo Azambuja afirmou que o Brasil precisa adotar mudanças na condução da economia e na estrutura administrativa para enfrentar o cenário de baixo crescimento, endividamento público e dificuldades enfrentadas por estados e municípios.

Durante entrevista a uma emissora de rádio de Campo Grande, o ex-governador de Mato Grosso do Sul apresentou cinco medidas que, segundo ele, podem contribuir para a retomada do desenvolvimento econômico do país.

Entre as propostas está a adoção de uma política de juros mais favorável ao crescimento econômico. Segundo Reinaldo, taxas elevadas dificultam investimentos, reduzem o consumo e limitam a geração de empregos.

O pré-candidato também defendeu o fortalecimento do agronegócio como estratégia para impulsionar a economia nacional, argumentando que o setor possui capacidade de ampliar a geração de empregos e atrair investimentos.

Outra medida apresentada é a redução da burocracia e o aumento da eficiência da administração pública federal, com foco na racionalização dos gastos e na melhoria da prestação de serviços.

Reinaldo ainda defendeu o avanço de reformas estruturais, como as reformas administrativa, tributária e política, que, segundo ele, são necessárias para aumentar a previsibilidade econômica e favorecer o ambiente de negócios.

Na entrevista, o ex-governador também abordou a necessidade de maior equilíbrio entre os Poderes da República e voltou a defender um novo pacto federativo, com maior descentralização de recursos para estados e municípios. De acordo com ele, a concentração de receitas na União dificulta a realização de investimentos locais e compromete a capacidade dos municípios de atender às demandas da população.


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