Campo Grande (MS), Sábado, 28 de Fevereiro de 2026

ALMS / PATRIMÔNIO CULTURAL

Projeto reconhece chapéu rural como patrimônio histórico de Mato Grosso do Sul

Proposta em tramitação na Assembleia valoriza símbolo da identidade pantaneira e tradição agropecuária

25/02/2026

12:25

REDAÇÃO

Projeto na Assembleia propõe reconhecimento do chapéu rural como símbolo histórico e cultural de Mato Grosso do Sul

Tramita na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul o Projeto de Decreto Legislativo 3 de 2026, de autoria do deputado Lidio Lopes, que reconhece o chapéu rural como Patrimônio Histórico e Cultural do Estado de Mato Grosso do Sul. A proposta destaca o acessório como símbolo da identidade do povo pantaneiro e da tradição agropecuária sul-mato-grossense.

De acordo com o texto, considera-se chapéu rural aquele tradicionalmente utilizado por trabalhadores do campo, peões, vaqueiros e demais manifestações culturais ligadas ao cotidiano rural. O item também é reconhecido como elemento simbólico de festas, rodeios, provas campeiras e eventos que expressem a cultura pantaneira, além de representar a história, a identidade e o patrimônio cultural das comunidades rurais do Estado.

Caso seja aprovado, caberá à Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul realizar o registro e o inventário do chapéu rural nos Livros de Registro de Bens Imateriais e Patrimônio Cultural. A fundação também será responsável por promover ações de preservação, divulgação e educação sobre o tema, além de incentivar eventos, exposições e atividades culturais que valorizem o chapéu como patrimônio histórico e identitário.

Na justificativa, o deputado ressalta que o chapéu rural é um ícone cultural presente na vida cotidiana do campo, nas festas tradicionais, nos rodeios e nas manifestações pantaneiras. Além da função prática de proteção contra o sol e as intempéries, o acessório simboliza a identidade do trabalhador rural, sua história e suas tradições.

Segundo o parlamentar, o reconhecimento como patrimônio histórico e cultural busca valorizar a cultura local, reforçar a identidade do povo pantaneiro, preservar práticas e saberes associados ao campo e incentivar a educação e a difusão cultural para as futuras gerações.


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