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Divulga��o |
Ind�genas promoveram, na ter�a e quarta-feira (26), mais uma onda de invas�es a propriedades rurais na regi�o sul de Mato Grosso do Sul, provocando protesto de produtores e de fam�lias que tiveram suas propriedades invadidas.
Os produtores rurais tiveram que bloquear a rodovia no munic�pio de Antonio Jo�o, sa�da para Bela Vista, na tentativa de chamar a aten��o das autoridades e da imprensa.
O movimento ganhou o apoio dos prefeitos Edson de Davi (Aral Moreira), S�rgio Barbosa (Amambai), Z� Roberto (Iguatemi) e Selso Lozano (Antonio Jo�o), que participaram do protesto dos produtores rurais durante o bloqueio da rodovia em Antonio Jo�o.
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"Ser� que o governo federal vai deixar acontecer uma trag�dia anunciada nas quest�es de invas�o de terras por ind�genas", questionou o prefeito de Aral Moreira, Edson de David, que se diz indignado com a situa��o.
Segundo ele, h� informa��es de que 9 fazendas foram invadidas e 40 fam�lias foram expulsas no Distrito Campestre, em Ant�nio Jo�o.
Durante o movimento, os prefeitos se reuniram com o presidente Sindicato Rural de Aral Moreira, Osvin Mitanck, e com uma das propriet�rias de �reas invadidas, Roseli Silva.
Perigo
As novas invas�es ocorreram na regi�o de Antonio Jo�o, onde os produtores foram expulsos e tiveram de ser resgatados por agentes do DOF (Departamento de Opera��es de Fronteira).
A invas�o coloca em perigo a maior produtora de gr�os e carne da regi�o do Mato Grosso do Sul, onde est�o concentrados os gados reconhecidos nacionalmente como campe�es e o das ra�as Guzer� P.O al�m da ra�a Nelore e outras ra�as que os pecuaristas est�o implementando.
Os produtores reclamaram, mais uma vez, da in�rcia e falta de vontade do Governo Federal diante da situa��o. A �ltima reuni�o agendada sobre o tema, em julho, na Capital Federal, n�o aconteceu, pois nem representantes ind�genas nem ministro compareceram.
O presidente da Famasul, Maur�cio Saito, enfatizou em entrevista � imprensa sobre o acirramento dos �nimos na regi�o Sul do Estado. �O Governo Federal tem que cuidar dos cidad�os brasileiros, �ndios e n�o �ndios, e precisa interceder na situa��o de conflito que est� aflorando�.
Fonte: ASSECOM/ASSOMASUL
Por: Willams Ara�jo