Prefeito Murilo afirma que Caravana zerou filas e agora ser� poss�vel formalizar o atendimento o servi�o regular
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| Caravana da Sa�de atendeu 26 mil pessoas em Dourados e chegar� a mais de 55 mil procedimentos m�dicos? - Foto: A. Frota/Assecom |
Um relat�rio parcial consolidado com n�meros gerais da Caravana da Sa�de em Dourados aponta que j� foram realizados mais de 55 procedimentos. �� um resultado muito positivo; foram beneficiados aqueles que esperam h� muito tempo na fila do SUS [Sistema �nico de Sa�de]. Ap�s a Caravana ser� poss�vel dar agilidade e avan�ar na rotina do servi�o regular�, comemora o prefeito Murilo.
O atendimento geral da Caravana da Sa�de, nas �reas de especialidades como ortopedia, psiquiatria, neurologia, urologia, dermatologia, otorrinolaringologia e cardiologia, aconteceu de 14 a 30 de abril (este s�bado) no Centro Esportivo Jorge Ant�nio Salom�o, o Jorj�o. Foi uma parceria entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Dourados, que disponibilizou toda a sua equipe da sa�de para trabalhar a a��o. As cirurgias marcadas na Caravana continuam a ser feitas nos hospitais.
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| Foto: A. Frota/Assecom |
O balan�o aponta ainda que mais de 26 mil pessoas passaram nos atendimentos gerais, sendo que usu�rios �nicos superaram a faixa de 14 mil. Al�m disso, a quantidade de indiv�duos inscritos via credenciamento, por meio do SISREG (Sistema Nacional de Regula��o), ultrapassou 20 mil. O objetivo do evento � a reestrutura��o do setor p�blico de sa�de, por meio da parceria entre a Prefeitura e o Governo do Estado.
O mais recente levantamento da Divis�o de Tecnologia da Coordena��o da Caravana, aponta que as cirurgias oftalmol�gicas j� chegavam a 3.785, n�mero pr�ximo a meta de quatro mil. As consultas nesta �rea eram a prioridade para reduzir a crescente fila de cirurgias de catarata, considerada a maior causa de cegueira trat�vel o Brasil. � uma doen�a que afeta principalmente os idosos, por isso o atendimento, preferencialmente, foi para pessoas com mais de 55 anos.
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| Foto: A. Frota/Assecom |
� importante ressaltar que a Caravana atende n�o s� Dourados, mas uma microrregi�o de 11 cidades, que tem como refer�ncia o atendimento em Dourados. �Houve uma grande oferta e a regi�o foi muito participativa. Agora entramos na segunda etapa�, explica a diretora da Secretaria de Sa�de da Prefeitura de Dourados, S�lvia Bosso.
A Prefeitura d� todo o suporte para as a��es, com apoio na infraestrutura, agendamento dos procedimentos, alimenta��o as equipes, designa��o de profissionais, entre outras atividades. Mais de dois mil profissionais da Sa�de de Dourados foram envolvidos. Um mega estrutura foi montada pelo Estado e parceiros no Complexo Esportivo Jorge Ant�nio Salom�o � o Jorj�o � para melhor atender a popula��o.
A partir de agora ser�o feitas 1.600 cirurgias, sendo 1.300 pessoas de imediato o Hospital da Vida, Cassems e o HRGD (Hospital Regional da Grande Dourados), o antigo S�o Luiz. O restante ser� no Hospital da Sias, em F�tima do Sul. S�o especialidades como ginecol�gicas e ortop�dicas, al�m das vasculares. Essas atividades poder�o levar de 60 a 90 dias para serem finalizadas.
Em atividades paralelas, a Prefeitura foi al�m das composi��es f�sicas e organizou um mutir�o de combate ao �mosquito da dengue�, em que pelo menos oito mil im�veis foram visitados. E n�o foi s� a popula��o orientada. Os servidores tamb�m foram capacitados, demonstrando o compromisso dessa gest�o, em repassar informa��es sobre a seguran�a e a sa�de da comunidade.
Vale destacar tamb�m que outras a��es complementaram o evento. Como � o caso dos �rg�os policiais (Pol�cia Civil, Pol�cia Militar, Pol�cia Rodovi�ria Federal e Corpo de Bombeiros) que orientaram sobre diversos assuntos. Foi feita a emiss�o de RG e o atendimento a v�timas de viol�ncia dom�stica, com o �Projeto Mulher Segura�.
O Hospital do C�ncer de Barretos estava presente com exames preventivos de mamografia e o �On�a Pintada�, unidade m�vel em preven��o ao c�ncer, tamb�m fizeram parte do apoio a Caravana.
O Tribunal de Justi�a de Mato Grosso do Sul (TJ/MS) atendeu as pessoas em v�rios processos de div�rcios, problemas com pens�o aliment�cia e, principalmente, casamentos.
Fonte: ASSECOM