Prefeita de Dourados pede Audi�ncia P�blica para decidir sobre instala��o de pres�dios na cidade
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| D�lia fez um apelo para a governadora em exerc�cio no sentido de desenvolver projetos, como a constru��o de mais escolas - Foto: A. Frota |
Depois de se posicionar claramente contra a constru��o de novos pres�dios em Dourados, a prefeita D�lia Razuk (PR) prop�s ao secret�rio estadual de Justi�a e Seguran�a P�blica, Jos� Carlos Barbosa, com quem se encontrou na manh� de sexta-feira (20), que seja realizada uma Audi�ncia P�blica no sentido de ouvir a opini�o da comunidade sobre esse programa do Governo.
�A superlota��o no pres�dio de Dourados se d� porque a maioria deles [os presos] n�o s�o nossos�, discursou a prefeita na solenidade de entrega de novas viaturas para o Corpo de Bombeiros, onde tamb�m estavam a vice-governadora Rosi Modesto e o secret�rio Barbosinha, al�m do deputado estadual Z� Teixeira e v�rios vereadores, entre outras autoridades.
D�lia fez um apelo para a governadora em exerc�cio no sentido de desenvolver projetos, como a constru��o de mais escolas para a ressocializa��o desses internos quando eles retornarem para a sociedade. �N�o somos contra a constru��o de pres�dios e, sim,em como ele vai ser feito, por isso acredito em um di�logo com a sociedade e proponho que esse debate seja feito em uma audi�ncia p�blica com toda a sociedade�, disse a prefeita.
Depois de conversa r�pida com o secretario estadual e deputado licenciado, a prefeita ouviu de Jos� Carlos Barbosa que o assunto ainda n�o est� definido. �Fizemos uma indica��o, porque � assim que deve ser, quando se pleiteia os recursos para obras�, e � necess�rio indicar onde o dinheiro vai ser aplicado. No caso de Dourados, ele lembrou que � onde o sistema penitenci�rio apresenta maior complexidade.�Todos n�s concordamos, n�o tenho d�vida nenhuma que as causas prim�rias da viol�ncia � a falta de investimento na educa��o, sa�de, lazer, esporte, cultura isso todos n�s sabemos. Mas os governos falharam, algu�m falhou, quando algu�m pratica o crime, quem falhou n�o foi a seguran�a p�blica. Primeiro foi a fam�lia, depois a escola, a igreja e a sociedade como um todo, agora n�s temos um problema instalado, n�s temos crimes sendo cometidos e temos presos, e o que eu fa�o com o preso?�, questionou o secret�rio em discurso.
Fonte: ASSECOM