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� Divulga��o |
Com a revoga��o do projeto de lei complementar que disp�e sobre a altera��o do PCCR (Plano de Cargos, Carreiras e Remunera��o) dos servidores efetivos da prefeitura de Itapor�, o prefeito Marcos Pacco disse que a decis�o foi providencial e muito bem acertada, haja vista, o cr�tico momento em que passa o munic�pio, tomando como exemplo o quadro alarmante em que se encontra a sa�de financeira de alguns munic�pios da regi�o, fato que os obrigaram a ter que parcelar os sal�rios dos servidores.
O prefeito Marcos Pacco voltou avaliar como sensata e de extrema responsabilidade a sua decis�o de rever o PCCR em Itapor�. �Para aqueles que nos criticaram, agora podem se certificar melhor daquilo que previmos�. De uma coisa temos certeza, Itapor� cumprir� pontualmente com os vencimentos dos servidores, pois, da forma respons�vel com estamos administrando, n�o vamos parcelar sal�rios, e com muito esfor�o vamos pagar o d�cimo terceiro de forma integral. Volto a parabenizar os vereadores Lindomar de Freitas, Givanildo Rondina, Marlei dos Santos, Ademir de Freitas, Jos� Carlos Matos e Ney Bula, que entenderam o nosso direcionamento de administrar em favor da popula��o, e assim o fizeram.
O PCCR dos Servidores de Itapor� era impag�vel e fora da realidade financeira do munic�pio.
Pacco reiterou que hoje o munic�pio de Itapor� gasta 56% com funcionalismo, haja vista que a receita do municio vem s� caindo, em decorr�ncia deste fato percentual aumenta e acaba ficando acima do que permite a lei que � 54%.
O prefeito reconhece que os servidores merecem o aumento, mais que seja feito com estudo de impacto financeiro de forma que o munic�pio possa pagar, de acordo com a lei de responsabilidade fiscal.
A folha de pagamento do m�s de setembro de 2017 faltou R$ 500,0 mil reais para fechar, e isso exigiu um esfor�o incomum do executivo para que os servidores n�o ficassem sem receber. Vale lembrar que al�m da folha de pagamento que � o sagrado compromisso com os servidores, a administra��o est� trabalhando diuturnamente para regularizar as d�vidas de mais de R$ 4.0 milh�es com o ITAPREV, os 40% de adicional de f�rias que passam de R$ 1.5 um milh�o e quinhentos mil, al�m de protestos em cart�rio, processos judiciais, Energisa, pendencias com fornecedores, devolu��es de conv�nios que n�o foram devidamente usados, e outras pendencias que a gest�o 2017/2020 assumiu e ter� que pagar.
�N�o estamos aqui para vender sonhos, entendo que o prefeito e os vereadores, s�o eleitos para trabalhar em beneficio do povo e n�o de determinada classe�.
�Vejo que o caminho � agir com responsabilidade, e n�o da forma como foi feito na administra��o passada, onde o projeto de lei do PCCR foi enviado em um ano eleitoral, sem estudos de impacto financeiro, ferindo a responsabilidade fiscal e empurrado de goela a baixo para a aprova��o�. Enfatizou o prefeito.
Fonte: ASSECOM