Pesquisa tem como foco o estudo da resist�ncia do mosquito Aedes Aegypti a larvicidas e inseticidas
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A Prefeitura de Tr�s Lagoas, por meio das equipes dos setores de Entomologia e de Endemias da Diretoria de Vigil�ncia e Saneamento da Secretaria Municipal de Sa�de (SMS), desde o in�cio deste m�s, vem participando, com outros cinco munic�pios de Mato Grosso do Sul (Campo Grande, Dourados, Corumb�, Coxim e Ponta Por�), de pesquisa desenvolvida pelo Instituto Oswaldo Cruz / Fiocruz, do Rio de Janeiro (RJ).
O objetivo da pesquisa, como explicou a coordenadora do Setor de Entomologia, bi�loga Ge�rgia Medeiros de Castro Andrade, � estudar a resist�ncia do mosquito Aedes Aegypti a inseticidas, em cada Regi�o do Brasil, j� que este mesmo estudo vem sendo desenvolvido em todo o Pa�s.
�Para estudar a resist�ncia � preciso coletar ovos do mosquito f�mea do Aedes Aegypti de diversos munic�pios e em cada Regi�o do Mato Grosso do Sul. Em Tr�s Lagoas, iniciamos esse trabalho no dia 4 e vamos encerr�-lo no dia 30�, informou. |
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�O trabalho das nossas equipes consiste em preparar e instalar as armadilhas em v�rias localidades de diferentes bairros e coletar os ovos em palhetes especiais e apropriados para essa finalidade�, explicou Ge�rgia.
S�o as denominadas �ovitrampas�, ou seja, armadilhas de postura.
Para Tr�s Lagoas, foram destinadas 150 armadilhas, que seguem um cronograma pr�-agendado de instala��o, coleta dos ovos e retirada das armadilhas.
�� um trabalho, programado em duas etapas, de instala��o e retirada de 75 armadilhas em cada etapa�, explicou.
A primeira delas come�ou no dia 4 e terminou na segunda-feira (16). A segunda etapa ter� in�cio nesta quarta-feira (18), com a instala��o da segunda remessa de armadilhas, coleta dos ovos no pr�ximo dia 24, e a retirada final das armadilhas est� prevista pra o dia 30 deste m�s.
A coordenadora do Setor de Endemias da SMS informou que, neste projeto da pesquisa do Instituto Oswaldo Cruz, est�o participando dois servidores do N�cleo de Entomologia; tr�s servidores do Laborat�rio Municipal de Entomologia; e quatro servidores do Setor de Endemias.
MEDIDA DE CONTROLE
Estudos do Instituto Oswaldo Cruz indicam que a mais importante medida de controle do mosquito � eliminar os criadouros, os locais que o Aedes Aegypti busca para por os seus ovos.
Como uma medida complementar de controle, em casos de epidemia, recomenda-se o uso de um larvicida (atualmente utiliza-se o pyriproxyfen) ou de um adulticida (atualmente utiliza-se o malathion).
�Esses produtos devem ser utilizados com crit�rio, porque o uso cont�nuo pode selecionar popula��es de mosquitos resistentes, ou seja, que n�o morrem com o inseticida�, orientam os t�cnicos do Instituto Oswaldo Cruz, ao ressaltarem a import�ncia desta nova pesquisa em andamento.
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Fonte: ASSECOM