Monitoramento do mosquito flebotom�neo � feito por meio de armadilhas instaladas no interior das resid�ncias.
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A Secretaria Municipal de Sa�de (SMS) de Tr�s Lagoas, por meio da equipe do Setor de Entomologia da Diretoria de Vigil�ncia e Saneamento, vem realizando, desde a semana passada, o monitoramento do flebotom�neo, vetor da leishmaniose.
O monitoramento, feito por meio de armadilhas especiais e pr�prias para a captura dos mosquitos, come�ou na semana passada no Residencial Novo Oeste e, em seguida, ser� feito tamb�m no Residencial Montanini.
Nesse trabalho, a equipe do Setor de Entomologia, coordenado pela bi�loga Ge�rgia Medeiros de Castro Andrade, instala as armadilhas em pontos estrat�gicos das resid�ncias, por tr�s dias consecutivos.
�A armadilha de monitoramento, equipada com pilhas, � instalada, por volta das 17h, em local estrat�gico da resid�ncia, com o apoio do morador, e retirada no outro dia, por volta das 8h�, explicou Ge�rgia.
Na retirada da armadilha, o agente de Sa�de verifica se capturou ou n�o os mosquitos. Esses insetos s�o levados para o Laborat�rio do Setor de Entomologia para an�lise e classifica��o.
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�Com os resultados, apresentados pelas armadilhas, temos condi��es de saber que tipo de mosquito infesta determinada �rea urbana e quais as provid�ncias que dever�o ser tomadas pelas equipes de Vigil�ncia e Saneamento da SMS para eliminar os criadouros�, observou Ge�rgia.
�Este � um m�todo que permite avaliarmos os �ndices de infesta��o do vetor da leishmaniose e quais as medidas que dever�o ser tomadas para conter o avan�o da doen�a em Tr�s Lagoas�, comentou a bi�loga do setor de Entomologia.
RESULTADOS J� OBTIDOS
Os flebotom�neos s�o vetores transmissores da Leishmaniose Visceral e s�o de import�ncia entomol�gica para se avaliar o �ndice de infesta��o em uma determinada regi�o urbana.
Nesta nova fase de monitoramento do vetor da leishmaniose, foram usadas 14 armadilhas e capturados apenas tr�s flebotom�neos.
No final desta a��o, os resultados ser�o enviados ao Setor de Endemias da SMS para que sejam tomadas as a��es devidas de controle e elimina��o dos criadouros de vetores.
Fonte: ASSECOM