Material enviado pelo Minist�rio da Sa�de, por meio da SES, cont�m seis kits com 25 testes cada um.
 |
| � Divulga��o |
A Secretaria Municipal de Sa�de (SMS) de Tr�s Lagoas recebeu recentemente do Minist�rio da Sa�de, por meio da Secretaria Estadual de Sa�de (SES), seis kits de teste r�pido para Dengue, Chikungunya e Zika.
Esse material, com 25 testes em cada kit, foi entregue ao Setor de Vigil�ncia Epidemiologia do Departamento de Vigil�ncia em Sa�de e Saneamento da SMS, coordenado pela enfermeira Adriana Spazzapan, e dever� ser entregue �para o devido uso e urgentes necessidades�, aos dois hospitais de Tr�s Lagoas, Hospital Auxiliadora e Hospital Regional Cassems.
�Al�m dos dois hospitais, estaremos selecionando ainda quatro das unidades da rede p�blica de Sa�de, para entrega dos kits, observando alguns crit�rios t�cnicos da necessidade de uso desses kits�, informou Adriana.
 |
| � Divulga��o |
A coordenadora de Sa�de explicou que os testes r�pidos de triagem, �t�m como objetivo investigar a condi��o imunol�gica (contato recente ou passado com o v�rus) das pessoas que buscam os servi�os de sa�de�.
Esses testes dever�o ser realizados �no momento da consulta m�dica, desde que o paciente atenda � defini��o de caso suspeito�, ressaltou Adriana.
Como informou a enfermeira, para a SMS de Tr�s Lagoas, entre os demais crit�rios para a realiza��o do teste r�pido, ser� observado o crit�rio de se fazer a coleta de sangue e o teste r�pido, a partir do 10� dia do in�cio da manifesta��o dos sintomas da dengue.
Para os casos suspeitos de febre de chikungunya, a orienta��o � a de que o teste r�pido e coleta de material para exame normal sejam realizados, preferencialmente, a partir do 7� dia.
Finalmente, para os casos de suspeita de doen�a aguda, contra�da pelo v�rus zika, � recomendado que o teste r�pido, assim como a coleta normal de sangue, seja realizado entre o 6� e o 30� dia da data de in�cio dos sintomas.
�Esses crit�rios citados, juntamente com a avalia��o m�dica de cada caso, s�o importantes e dever�o ser observados para n�o corrermos o risco de obter falsos resultados�, orientou a coordenadora de Vigil�ncia Epidemiol�gica.
 |
| � Divulga��o |
Fonte: ASSECOM