A ideia partiu das mulheres do assentamento e beneficia a produ��o agr�cola local com produto 100% saud�vel
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Uma equipe da Diretoria de Agroneg�cio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Agroneg�cio (SEMEA) esteve na �ltima quinta-feira (26) em uma reuni�o no Assentamento Pontal do Faia para atender a solicita��o dos agricultores daquela localidade.
De acordo com o coordenador de gest�o de pol�ticas p�blicas, C�lio Lopes de Barros, os moradores procuraram a Diretoria para apoio na cria��o de uma cooperativa de ovos caipiras no assentamento.
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O presidente da Associa��o de Agricultores Familiares Org�nicos do Pontal do Faia, Jair Pinto, reuniu cerca de 20 assentados para tirar d�vidas com a equipe e expor o projeto. Conforme o presidente, a ideia da granja partiu das mulheres dos sitiantes, tendo ent�o 100% de m�o-de-obra feminina.
A veterin�ria da SEMEA, Andr�ia Santana Silveira, acompanhou a reuni�o e aprovou o projeto. �Existe a possibilidade de dar certo a cooperativa, mesmo porque, os agricultores t�m o espa�o para cria��o e as galinhas. A diretoria de agroneg�cio firma parceria dando suporte t�cnico e esclarecimentos para que a granja se torne realidade e fortalecendo o produtor local�, disse.
Segundo o coordenador C�lio, o projeto consiste em instalar um laborat�rio e um galp�o (mini-f�brica) para analisar os ovos, selecionar, armazenar e embalar para expedi��o. Cada associado ser� respons�vel pela cria��o das galinhas e colheita dos ovos. A SEMEA vai inspecionar o produto.
PROJETO EM ANDAMENTO
A Diretoria de Agroneg�cio estuda agendar uma visita com os assentados em uma propriedade rural em Terenos � MS, onde funciona uma cooperativa de ovos caipira. O objetivo � ter o conhecimento de trabalho e mercado, manejo das galinhas e produ��o dos ovos. A partir da�, a associa��o buscar� parcerias para financiar os custos do projeto.
Atualmente, uma d�zia desses ovos custa de R$ 8 a R$ 10 reais. Com a instala��o dessa cooperativa a tend�ncia � que o alimento chegue ao mercado com pre�o menor e contribua para com a sa�de consumidor, j� que a produ��o � caseira, 100% saud�vel e de proced�ncia.
Fonte: ASSECOM