Campo Grande (MS), Sábado, 25 de Julho de 2026

TRÊS LAGOAS| Prefeitura realiza ação para captura do carrapato-estrela na Lagoa Maior

05/09/2018

11:00

JE

Esta � a segunda vez que o trabalho � feito neste ano e, em nenhuma das a��es, o parasita foi identificado

�Divulga��o 
O setor de vigil�ncia sanit�ria da Secretaria Municipal de Sa�de (SMS) e a Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SEMEA) est�o realizando na manh� desta quarta-feira (05), a��o de preven��o e monitoramento na Lagoa Maior, para captura de carrapatos-estrela, transmissores da febre maculosa.

Conforme a diretora de vigil�ncia em sa�de e saneamento, Ge�rgia Medeiros, o servi�o acontece em aten��o ao desfile c�vico em comemora��o ao dia da Independ�ncia, que ser� realizado na pr�xima sexta (7), na orla da Lagoa Maior. 

�Mesmo nunca termos registrado presen�a de carrapato estrela no local, estamos realizando esta a��o para tranquilizar a popula��o, j� que o desfile reunir� muitas pessoas. Fizemos tamb�m um monitoramento �s v�speras do anivers�rio da Cidade, ocasi�o em que n�o houve nenhuma captura�, explicou Ge�rgia.
�Divulga��o
O trabalho foi acompanhado pelo fiscal ambiental da SEMEA, Fl�vio Fardin, e pelo veterin�rio Hugo Nogueira. Com equipe de cinco profissionais, o trabalho � feito com uma esteira de feltro, onde o carrapato fica grudado. Caso algum parasita seja capturado, o material � enviado para an�lise em laborat�rio.

De acordo com o veterin�rio, a inspe��o tamb�m est� sendo feita no p� das �rvores e nas �reas de aglomera��o das capivaras. �N�o h� motivo para preocupa��o, pois, assim como as outras inspe��es, n�o identificamos nenhum carrapato. At� mesmo os animais, aparentemente, est�o livres do parasita�, ressaltou Hugo.

SOBRE A FEBRE MACULOSA

A febre maculosa, tamb�m conhecida como febre do carrapato, � uma doen�a causada pela bact�ria Rickettsia rickettsii atrav�s da picada do carrapato-estrela. Geralmente, a transmiss�o � mais comum entre os meses de junho a outubro, quando os parasitas est�o mais ativos.

A febre maculosa tem cura, mas seu tratamento deve ser iniciado com antibi�ticos ap�s o surgimento dos primeiros sintomas para evitar complica��es graves, como inflama��o do c�rebro, paralisia, insufici�ncia respirat�ria ou insufici�ncia renal, que podem colocar em risco a vida do paciente.
�Divulga��o

ASSECOM

Os comentários abaixo são opiniões de leitores e não representam a opinião deste veículo.

Últimas Notícias

Veja Mais

Envie Sua Notícia

Envie pelo site

Envie pelo Whatsapp

Jornal Correio MS © 2021 Todos os direitos reservados.

PROIBIDA A REPRODUÇÃO, transmissão e redistribuição sem autorização expressa.

Site desenvolvido por: