Foi um dia de palestras e rodas de conversa com profissionais da rede de atendimento � crian�a e ao adolescente
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O Conselho Municipal dos Direitos da Crian�a e do Adolescente (CMDCA), com o apoio e participa��o da Secretaria Municipal de Assist�ncia Social (SMAS), Secretaria Municipal de Educa��o e Cultura (SEMEC) e da Secretaria Municipal de Sa�de (SMS), promoveu o I Semin�rio �Automutila��o � Cicatrizes, um pedido de ajuda�.
O evento, que reuniu profissionais da Rede de Atendimento � Crian�a e ao Adolescente, nas �reas de Educa��o, Sa�de e Assist�ncia Social do Munic�pio de Tr�s Lagoas, aconteceu no audit�rio do Servi�o de Conviv�ncia e Fortalecimento de V�nculos � SCFV do Centro de Refer�ncia Assistencial e Educacional � CRASE �Cora��o de M�e�, no per�odo da manh� e no per�odo da tarde desta ter�a-feira (25).
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A tem�tica central do Semin�rio, que tamb�m serviu de base para as rodas de conversa entre os participantes, foi exposta pela psic�loga Carla Zaupa Zafalon, que, em sua palestra, falou da automutila��o, n�meros estat�sticos, o que �, sintomas, causas, formas de ocorr�ncia e complica��es.
Numa segunda palestra, dando continuidade � mesma tem�tica, a psic�loga Carla relatou as v�rias formas de abordagem da crian�a e do adolescente que se automutila e o que fazer, assim como propostas de tratamento e progn�sticos da situa��o em que vivemos, perante essa realidade.
Segundo exp�s a palestrante do Semin�rio, a automutila��o �� um sintoma, um sinal, um pedido de socorro� e a crian�a e o adolescente que partem para a automutila��o fazem isso demonstrando �a incapacidade de lidar com a dor, com o problema, com a ang�stia�, explicou.
Perante a pergunta que pais e educadores fazem: �Por que acontece a mutila��o�, a psic�loga explicou que �esta � uma resposta dif�cil de dar�.
No entanto, pela experi�ncia profissional de atendimento a crian�as e adolescentes, a psic�loga explicou que, a automutila��o, nas sumas mais variadas formas de express�o e sofrimento, �� um al�vio da dor e resist�ncia � ang�stia, � quase que uma distra��o, a busca de uma dor (diferente) que substitua a dor emocional e isso se torna um h�bito�, alertou Carla Zafalon.
RODA DE CONVERSAS
Na segunda parte do I Semin�rio �Automutila��o � Cicatrizes, um pedido de socorro�, houve uma �Roda de Conversa com a participa��o de profissionais da Rede de Atendimento � Crian�a e Adolescente�.
Para isso, o CMDCA convidou e contou com a participa��o dos seguintes profissionais: assistente social da SEMEC, Elizeth Aparecida da Silva; psic�loga da SEMEC, Ludmila Agutoli; coordenadora da Escola Municipal Eufrosina Pinto, Joelma Ferracini Barbosa; psic�logo do Minist�rio P�blico Estadual (MPE), Sydnei Ferreira Ribeiro J�nior; diretor de Assist�ncia � Sa�de da SMS, Afr�nio Alencar; coordenadora da Cl�nica da Crian�a da SMS, Alexandra Nunes; e o m�dico psiquiatra infantil, Marcos Ant�nio Gulla Marques.
O evento contou tamb�m com a presen�a da secret�ria de Assist�ncia Social de Tr�s Lagoas, Vera Helena Arsioli Pinho, acompanhada da presidente do CMDCA, Laura Daniela Figueiredo Garcia Nascibem, e de representantes do Programa Educacional de Repress�o �s Drogas e � Viol�ncia (PROERD), sargentos da Pol�cia Militar de Tr�s Lagoas, Jefferson e Dolviro.
ASSECOM