Campo Grande (MS), Quinta-feira, 25 de Junho de 2026

MUNDO 

Fortes terremotos deixam mortos e destruição na América Latina e Pacífico em dia de alta atividade sísmica

Registros do Serviço Geológico dos Estados Unidos apontam tremores de até 7,5 de magnitude em diferentes regiões do mundo nesta quarta-feira (24)

25/06/2026

08:00

REDAÇÃO

USGS registrou dezenas de terremotos em diferentes regiões do mundo em menos de 24 horas. @Divulgação

Uma série de terremotos foi registrada nesta quarta-feira (24) em diferentes partes do mundo, com destaque para eventos de forte magnitude na América Latina e no Pacífico, além de tremores moderados em regiões da Ásia e América do Norte. Os dados são monitorados por instituições internacionais como o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).

O episódio mais grave ocorreu na Venezuela, onde dois fortes terremotos de magnitudes 7,2 e 7,5 atingiram o norte do país com poucos segundos de diferença. Segundo informações internacionais, o tremor provocou destruição em áreas urbanas, colapso de edifícios e deixou vítimas, além de forçar a declaração de estado de emergência em diversas regiões.

Ainda na América Latina, países como México, Chile, Argentina e Peru também registraram tremores ao longo do dia, com magnitudes entre 4,5 e 4,9, sem relatos de grandes danos até o momento.

Na região do Pacífico, países como Filipinas, Japão e Papua-Nova Guiné também foram atingidos por atividade sísmica moderada a forte. No Japão, um terremoto de magnitude 6,9 foi registrado próximo à costa, chamando atenção das autoridades locais para risco de réplicas.

Além disso, tremores de menor intensidade foram observados em regiões como Estados Unidos, Indonésia e ilhas do Pacífico Sul, compondo um cenário de intensa atividade sísmica global ao longo do dia.

Especialistas destacam que episódios como este fazem parte da dinâmica natural das placas tectônicas, especialmente em áreas conhecidas como o “Cinturão de Fogo do Pacífico”, onde ocorre grande parte dos terremotos do planeta.

As autoridades locais seguem monitorando a possibilidade de novas réplicas nas regiões afetadas, enquanto equipes de resgate atuam nas áreas mais atingidas na Venezuela.


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