Campo Grande (MS), Sábado, 11 de Abril de 2026

CAPITAL / TRANSPORTE PARALISADO

Greve do transporte coletivo obriga força-tarefa e compromete serviços essenciais em Campo Grande

Paralisação eleva custos operacionais e impacta de 10 a 12 mil trabalhadores do setor de asseio e conservação na Capital

17/12/2025

09:00

REDAÇÃO

Paralisação do transporte coletivo em Campo Grande dificulta o deslocamento de trabalhadores e compromete a manutenção de serviços essenciais na Capital. @REPRODUÇÃO/IA

A paralisação do transporte coletivo urbano, iniciada no dia 15 de dezembro, já provoca reflexos diretos em serviços considerados essenciais em Campo Grande. Empresas do setor de asseio e conservação enfrentam dificuldades para manter suas equipes completas, afetando a limpeza e a manutenção de hospitais, escolas, hotéis, condomínios e outros espaços de grande circulação.

De acordo com o presidente do Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação de Mato Grosso do Sul (SEAC-MS), Daniel Amado Felicio, o impacto da greve é imediato e atinge milhares de trabalhadores. Segundo ele, entre 10 mil e 12 mil profissionais do setor estão sendo diretamente afetados pela dificuldade de deslocamento até os locais de trabalho.

Para reduzir os prejuízos e garantir o funcionamento mínimo dos serviços, empresas e contratantes têm adotado medidas emergenciais. Entre as alternativas estão caronas solidárias, uso de veículos próprios por supervisores e contratação de transporte por aplicativo. Ainda assim, os custos operacionais aumentaram significativamente e, mesmo com os esforços, não é possível assegurar a formação total das equipes.

O sindicato destaca que compreende o direito de reivindicação dos trabalhadores do transporte coletivo, mas alerta para os impactos sociais e econômicos da continuidade da paralisação. A entidade defende uma solução rápida e responsável, com a atuação do Poder Executivo e de órgãos reguladores e fiscalizadores, para evitar o agravamento do cenário.

Segundo o SEAC-MS, a manutenção da greve amplia os prejuízos financeiros, compromete a prestação de serviços essenciais e coloca em risco o funcionamento regular da cidade, afetando diretamente a população que depende dessas atividades no dia a dia.


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