PROTEÇÃO À MULHER
Estado prorroga prazo de grupo de trabalho que avalia estrutura da Casa da Mulher Brasileira
Equipe terá mais seis meses para concluir estudos e apresentar proposta para atender demandas das instituições em Campo Grande
03/02/2026
08:55
REDAÇÃO
Casa da Mulher Brasileira de Campo Grande reúne diversos órgãos no atendimento e proteção às mulheres em situação de violência.
A Secretaria de Estado de Cidadania de Mato Grosso do Sul prorrogou por mais seis meses o prazo para a conclusão dos trabalhos do Grupo de Trabalho responsável por avaliar a estrutura física do prédio onde funciona, atualmente, a Casa da Mulher Brasileira de Campo Grande.
A decisão consta em resolução publicada no Diário Oficial do Estado desta terça-feira (3). Conforme o documento, ao final do novo prazo o grupo deverá apresentar uma proposta estruturada voltada ao atendimento das demandas das múltiplas instituições que atuam de forma integrada no local.
O grupo de trabalho é composto por representantes da Secretaria de Estado de Cidadania, da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública, do Tribunal de Justiça, do Ministério Público, da Defensoria Pública e da Prefeitura de Campo Grande. Cada órgão participa com a finalidade de contribuir tecnicamente para a avaliação da estrutura e para a definição de melhorias necessárias ao funcionamento do espaço.
Integram o grupo Carla Charbel Stephanini, pela Secretaria de Estado de Cidadania; Lizandra Barzaqui de Oliveira Pereira Jikimura, pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública; Laura Rosane Espindola de Siqueira, pelo Tribunal de Justiça; Gabriela Bernardes Lima, pelo Ministério Público; Magno Márcio de Souza Ferreira, pela Defensoria Pública; e Elias Lino da Silva, representando a Prefeitura de Campo Grande.
A prorrogação do prazo busca garantir uma análise mais aprofundada da estrutura física e das necessidades operacionais da Casa da Mulher Brasileira, equipamento essencial na rede de enfrentamento à violência contra a mulher, por reunir em um único espaço serviços de acolhimento, proteção, orientação jurídica e apoio psicossocial.
A resolução é assinada pela secretária de Estado de Cidadania, Viviane Luiza da Silva.
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